| O Encontro iniciou em Vila Pavão-ES, ao lado da chamada IGREJONA Clique em postagem mais antiga |
Proposta de unir pessoas e grupos que se dedicam, no âmbito da IECLB, em qualquer região do Brasil, à busca e promoção de saúde, através metodologias comunitárias e técnicas conhecidas como alternativas.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
Associação Central de Saúde Alternativa do Espírito Santo – ACESA-ES
“Nosso trabalho é como se fosse uma mão com dedos. Cada grupo cria a
capacidade de realizar alguma coisa. Até se faz terapia cortando cabelo”.
Edna Vervloet, presidente
| Residência familiar que também abriga visitantes |
| Águas transparentes |
| Minhas próximas duas horas serão nesta posição preparada com o cuidado da família |
A União Paroquial que reúne as
comunidades da IECLB estabelecidas à esquerda do Rio Doce no Estado do Espírito
Santo - a UP Norte do Sínodo Espírito Santo a Belém - inclui em sua ação
pastoral de hoje a continuidade de projetos iniciados quando ainda existia o
Distrito Eclesiástico Norte do Espírito Santo, antes da criação dos sínodos na
IECLB. É esta a principal vertente de atividades hoje desenvolvidas pelos
grupos vinculados à ACESA-ES. Com sede em São Gabriel da Palha, esta entidade
atua, segundo sua própria definição “resgatando a sabedoria popular”. Organiza
grupos comunitários que se dedicam a reunir experiências com o uso de plantas
no tratamento da saúde. O objetivo é qualificar este uso através da correção de
eventuais distorções na forma de preparo e reserva dos produtos, bem como através
da ampliação do conhecimento a respeito de plantas por troca de saberes e
apresentação de estudos acadêmicos.
| Grasiela fotografando a sede da ACESA em São Gabriel da Palha - ES |
Instalada em edificações já deterioradas pelo tempo, a ACESA-ES já
iniciou as reflexões sobre formas de arrecadação de recursos para executar um
plano de construção que inclui, além de uma sede capaz de abrigar escritório e
laboratório de fitoterápicos, espaços a serem locados com o fim da
sustentabilidade.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Falando em Saúde, essas comunidades marginais!
Leonídio Gaede
10 de janeiro de 2012
Estive pensado sobre a história do Bom Samaritano (Lc 10.25-37). Não me lembro de quando entrei em contato com essa história pela primeira vez. A lição que primeiro internalizei a partir dela foi, no entanto, que existem dois modelos de postura pessoal diante de um exemplo de vulnerabilidade social: não ajudar (condenável) e ajudar (louvável). Cedo aprendi que a partir deste texto bíblico cabe um discurso sobre misericórdia. Esta palavra carrega duas outras: miseri e cárdia, isto é, miserável e coração. Misericórdia é, pois, compaixão ou paixão com o miserável. Trata-se da capacidade de apaixonar-se pela miséria alheia ou de padecê-la. A pergunta de Jesus “- Na sua opinião, qual desses três foi o próximo do homem assaltado?” (v 36) protagoniza o apaixonado pela miséria alheia e não o miserável. Recebe destaque o socorrista e não o socorrido. Daí vem a possibilidade de dizer que o assunto desta parábola é a misericórdia e não a miséria de uma pessoa que foi gravemente ferida num assalto e abandonada na beira da estrada.
Sim, trata-se de um episódio de socorro. O evangelista Lucas era médico (Cl 4.14). A personagem principal de seu relato é um profissional de saúde. O Bom Samaritano e o seu animal de montaria podem ser vistos como o enfermeiro e a ambulância do SAMU chegando e dando um caráter de integralidade à ação: uso de misericórdia, realização de procedimento médico, disponibilização de um leito e providência de uma caução. Houve ética profissional (misericórdia), assistência médica (remédios e enfaixamento) e o procedimento administrativo adequado (internação e alocação de recursos).
Sem dúvida, as ações de nossas comunidades em apoio a pessoas doentes são essência de vida comunitária. A visita, a rede de oração, a unção com óleos, a imposição de mãos, ... não devem ser entendidas como algo que faz parte, mas como algo central no ser comunidade de Jesus Cristo. O problema é que se trata de ações constituídas à margem do desenvolvimento da sociedade como um todo.
Já estamos avançando na segunda década do século XXI. Chamamos este nosso tempo de época de mudanças e mudança de épocas. A cobrança de atitudes profissionais a todo instante e de todos os setores faz parte deste tempo em que vivemos. Isto significa que as ações devem começar a ter um jeito de serem executadas. Estamos instalando uma convenção social sobre um jeito aceitável de fazer as coisas. O único jeito é o jeito profissional e competente. À proposta de “sociedade alternativa” de outrora restam dois caminhos: adaptar-se ao jeito, retornando à oficialidade, ou assumir de vez uma via paralela.
Nossas comunidades não apregoam uma sociedade alternativa, mas toleram e mantêm certas atitudes (aqui também se aplica que “quem cala, consente”) que a situam na margem ou quase em faixa paralela ao desenvolvimento da grande sociedade, essa do jeito profissional. Sem entrar na questão do amadorismo das comunidades em diversos setores - como a comunicação feita por não profissionais ou simplesmente não feita, as construções feitas em mutirão sem os devidos registros, os terrenos, atas e estatutos não legalizados - falemos de um sinal eloquente em outro sentido.
Uma forma de mudar o papel social de um sujeito histórico é transformá-lo em ponto turístico ou em folclore. A regra poderia ser esta: teu adversário te incomoda? Transforma-o em monumento histórico, dá-lhe um nome de rua, cria uma dança coreografada em sua homenagem. Seu papel na sociedade mudará e tu estarás livre para atuar a teu modo. Não estou com isto menosprezando os monumentos históricos que aí estão a alimentar a esperança, servindo de exemplo a novas gerações. A “canonização”, porém, tem hora. Pois bem, o turismo religioso está quase tomando conta do calcanhar de Aquiles da fé cristã: Natal e Páscoa - nada menos que nascimento, morte e ressurreição do Senhor e Salvador. É preocupante que o centro da fé cristã seja transformado em turismo e folclore. Mas não culpemos as Secretarias de Turismo. As encenações natalinas das próprias comunidades seguem a mesma tendência. O que precisamos reconhecer é que transformar a mensagem central da fé cristã em turismo e folclore é mudar o papel que a comunidade tem na sociedade nos dias de hoje.
Também a área de articulação teológica e pastoral das comunidades dá sinais da constituição de uma via que vai seguindo na margem da oficialidade. Exemplo é o exercício de uma clínica pastoral desvinculada, por um lado, do sistema médico oficial e, por outro, do culto cristão. Com as ações que são desenvolvidas nos hospitais, pelas comunidades luteranas, o tratamento médico está sendo apoiado, criticado, legitimado, rejeitado, explicitado, ignorado ou complementado? Ministros e ministras da igreja, reivindicam passe-livre nos hospitais. Estão eles e elas dispostos a, de fato, entrar nessas instituições? Até onde vai a independência dos religiosos em relação a instituições médicas e qual é o seu sentido, se se quer atuar nela quando os membros estão lá? Outro exemplo, ainda no assunto dos exercícios que a própria comunidade desenvolve, é o tratamento de doentes com liturgias especiais para doentes, sem vínculo com o tratamento médico e sequer com o culto cristão. Até que ponto liturgias especiais para doentes criam uma esfera independente do tratamento médico e do culto cristão?
Desde a década de 1980 ouvimos falar de medicina integrativa (Claunara Schilling Mendonça, Oficina SOF, setembro de 2010). Trata-se de um movimento que amplia o conceito de terapia, pois incorpora procedimentos não médicos ao tratamento de pacientes médicos. A motivação vem curiosamente da área médica e não, como seria de se esperar, de uma associação das tantas terapias alternativas existentes. Houve a constatação de que entre 70 e 80% das pessoas que estão em tratamento médico procuram um segundo espaço para se tratarem.
Segundo a Revista Veja (edição 2235 - ano 44 – nº 38, 21 de setembro de 2011), a primeira instituição de ensino dos Estados Unidos a abrir suas portas às terapias complementares ou alternativas foi a Universidade de Maryland, onde o médico Brian Berman fundou o Centro de Medicina Integrativa em 1991. Hoje existem 42 clínicas do tipo naquele país e elas movimentam 30 bilhões de dólares por ano. Também no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, o mestre de reiki Plínio Cutait, coordena um departamento de Cuidados Integrativos.
As comunidades luteranas têm origem no Brasil com a imigração alemã. Está mais ou menos estabelecido que o primeiro jeito de ser comunidade luterana no Brasil carrega a marca das possibilidades de atuação que os imigrantes tiveram como cidadãos de segunda classe. Por um razoável período, por exemplo, o matrimônio de um casal luterano não era reconhecido e os que morriam não podiam ser sepultados nos cemitérios com os demais brasileiros. Eles eram tratados como dissidentes religiosos. Isto certamente influenciou o jeito de organizar as comunidades. Mesmo que a pequena bagagem trazida por eles fosse religiosa (Bíblia, Hinário e Catecismo), o prédio que primeiro construíram não foi um templo, mas um prédio escolar, que era destinado aos cultos. Ao lado disso, não podemos esquecer as iniciativas associativistas desses imigrantes. Eles construíram sociedades de canto, de tiro, de leitura, de ginástica, de bolão, ... E o que aqui interessa mais de perto, constituíram associações de auxílio mútuo, de saúde e de amparo. Podemos compreender que, pelo menos em alguns casos, essas experiências, devido às circunstâncias, eram concebidas à margem da oficialidade do país. Merece, no entanto, destaque que os membros dessas comunidades luteranas, primeiras a serem fundadas e fundantes, no jeito de ser, das que vieram depois, experimentaram que tudo o que lhes interessava, além do trabalho na terra, isto é, religião, educação, saúde, cultura e lazer, passava pela comunidade. Era a assembleia da comunidade que decidia os rumos da igreja, da escola, do hospital, da sociedade de canto, do cemitério, ... Aí pode estar uma explicação do esvaziamento da assembleia, tão preocupante nos encontros de presbíteros nos dias de hoje. Aquilo que não foi estatizado foi privatizado e à assembleia da comunidade resta avalizar os assuntos que vêm da paróquia e administrar assuntos internos de patrimônio e grupos.
A prática cidadã da comunidade de outrora funcionava à margem do Estado. A prática cidadã de hoje funciona à margem da comunidade. A solução deste hiato pode passar por duas ações: a entrada consciente e planejada das comunidades nos Conselhos Municipais de Saúde, Educação, Agricultura, Cultura, Assistência Social, ... e a mobilização constante para que práticas comunitárias conhecidas como alternativas ou complementares passem a fazer parte de estratégias integrativas, que nada mais são do que ações com visão holística a somar esforços por uma sociedade mais saudável e melhor.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
ACESA-ES, uma luz
A Associação Central de Saúde Alternativa do Espírito Santo (ACESA-ES) é exemplo de iniciativa inovadora na área pastoral da IECLB. 25 pessoas que praticam a abordagem corporal se reuniram em São Bento, município de Pancas-ES para tratar do assunto "abordagem corporal como prática pastoral". Foram dois dias de prática e reflexão sobre as possibilidades e limites do que estamos fazendo como Igreja na área da saúde
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
As Comunidades Cristãs e a Saúde
Na apresentação de uma pesquisa sobre a relação entre médico e paciente[2], Claunara Schilling Mendonça informa que, em uma consulta pelo Sistema Único de Saúde no Brasil, o médico interrompe a pessoa, em media, após 23 segundos, impedindo a narrativa da história pessoal. Ela também apresenta a regra dos 50% nas relações entre médicos e pessoas usuárias: De acordo com essa regra, 50% das pessoas deixaram as consultas sem compreender o que os médicos lhes disseram, 50% das pessoas compreenderam equivocadamente as orientações recebidas dos médicos, 50% das pessoas não foram capazes de entender as prescrições de medicamentos. Em terceiro lugar, ela apresenta “a evolução de um cliente de uma operadora de plano de saúde privado”:
Ano | Evolução da Situação de Saúde |
1990 | Homem de 40 anos com obesidade, estresse e história familiar de diabetes |
1995 | Diagnóstico de hipertensão arterial |
2002 | Diagnóstico de diabetes |
2008 | Cirurgia de revascularização do miocárdio feita no hospital x |
2009 | Cirurgia de revascularização do miocárdio complicada por acidente vascular encefálico com seqüelas motoras. Custo das intervenções: 50 mil reais |
2009 | Atenção domiciliar e gestão de caso |
A situação, segundo Claunara, aponta para uma “falência do sistema centrado na consulta médica de curta duração”. É evidente que situações como esta formam um terreno propício ao surgimento de outras propostas de recuperação de saúde ou de combate à doença.
Sissi Georg[3] vincula o surgimento da diaconia nas comunidades cristãs do III século a uma situação que bem poderia caracterizar comunidades cristãs que não se conformam com certa realidade apresenta propostas novas: A autora conta que naquele século era comum aparecerem corpos boiando no Mar Mediterrâneo. Eram vítimas de naufrágios. As comunidades não conseguiram permanecer indiferentes. Organizaram serviços de sepultamento desses corpos.
Também diante da realidade da doença de hoje, as comunidades cristãs não conseguem ficar indiferentes. Diante de sistemas oficiais considerados ineficientes, entram em ação. Elas não suportam a falta de efetividade e eficácia no atendimento às pessoas doentes. O empenho dessas comunidades por mais saúde tem fundamento bíblico-teológico.
O ministério de Jesus Cristo não só incluiu a cura, mas também teve nela um destaque. Nos evangelhos há relatos que aparentemente foram construídos literariamente em função da cura. Assim é, por exemplo, o caso de Mc 2.1-12 que relata a história do paralítico de Cafarnaum. Há várias informações no texto[4] e todas, de certa forma, estão a serviço do centro do relato, que é a cura.
São relatadas muitas curas no Novo Testamento: a cura do filho do oficial (João 4.46-54), a cura do paralítico de Betesda (João 5.1-9), a libertação do endemoninhado (Marcos 1.23-28; Lucas 4.31-36), a cura da sogra de Pedro (Mateus 8.14,15; Marcos 1.29-31; Lucas 4.38,39), a purificação do leproso (Mateus 8.2-4; Marcos 1.40-45; Lucas 5.12-16), a cura do paralítico (Mateus 9.2-8; Marcos 2.3-12; Lucas 5.18-26), a cura da mão ressequida (Mateus 12.9-13; Marcos 3.1-5; Lucas 6.6-10), a cura do criado do centurião (Mateus 8.5-13; Lucas 7.1-10), a cura de um endemoninhado mudo (Mateus 12.22 e Lucas 11.14), a cura do endemoninhado geraseno (Mateus 8.28-33; Marcos 5.1-14; Lucas 8.26-39), a cura da mulher enferma (Mateus 9.20-22; Marcos 5.25-34; Lucas 8.43-48) a cura de dois cegos (Mateus 9.27-31), a cura do mudo endemoninhado (Mateus 9.32,33), a cura da filha da Cananéia (Mateus 15.21-28; Marcos 7.24-30), a cura de um surdo e gago (Marcos 7.31-37), a cura do cego de Betsaida (Marcos 8.22-26), a cura do jovem possesso (Mateus 17.14-18; Marcos 9.14-29; Lucas 9.38-42), a cura de um cego (João 9.1-7), a cura de uma mulher enferma (Lucas 13.10-17), a cura de um hidrópico (Lucas 14.1-6), a cura dos leprosos (Lucas 17.11-19), a cura do cego Bartimeu (Mateus 20.29-34; Marcos 10.46-52; Lucas 18.35-43), a restauração da orelha de Malco (Lucas 22.49-51; João 18.10)
Teologicamente podemos fundamentar ações em saúde que acontecem no seio da comunidade cristã a partir do propósito de cuidado com a fragilidade humana:[5] O ser humano é um ser frágil a partir das condições biológicas. Ele é um dos poucos seres do reino animal que dependem de cuidados para sobreviver na infância e, às vezes na velhice. O ser humano é um ser frágil a partir das condições sociais de doença, pobreza, desemprego, epidemias e solidão. O ser humano é um ser frágil a partir das condições climáticas como terremotos, secas, enchentes, tsunamis e aquecimento global. O ser humano é um ser frágil a partir das condições políticas como guerras, regimes de exceção e corrupção. O ser humano é um ser frágil a partir das condições psicológicas como stresse, medo, depressão, tristeza e luto. Uma ou mais dessas condições podem colocar o ser humano em uma situação de fragilidade extrema.
Na Bíblia, essa situação de fragilidade extrema é expressa através de uma linguagem de metáforas. No Antigo Testamento temos a imagem do Vale de lágrimas (Sl 84.6); no Sl 23 temos a “sombra da morte”; no Sl 88.1-6 o “She'ol”; Além disso, temos no Credo Apostólico o “...mundo dos mortos". A salvação ou o resgate desta situação é, em linguagem bíblica, uma cura, que pode representar também a salvação. No Novo Testamento temos como imagem desta situação que requer resgate o medo de afundar nas profundezas do mar de Pedro (Mt 14. 22-33), que é resgatado por Jesus: “Prontamente, Jesus, estendendo a mão, tomou-o” (Mt 14.31). Da mesma forma, Jesus tomou pela mão a sogra de Pedro, quando a curou: “Aproximando-se, tomou-a pela mão; e a febre a deixou” (Mc 1. 31). Torna-se central neste sentido o que Jesus diz em Marcos 10.45: “Eu não vim para ser servido, mas para servir e dar a minha vida em resgate por muitos”. Existe, porém, uma segunda dimensão de cura, resgate e salvação no Novo Testamento. Trata-se do cuidado e da solidariedade na realidade da cruz. O Filho de Deus, Salvador, não desceu e não foi resgatado da cruz, mesmo assim uma pequena comunidade permaneceu fiel aos pés da cruz, inclusive agindo no vazio do dia seguinte da morte, o Sábado de Aleluia. Na situação de caos, abismo, vazio e ausência de perspectiva, na situação sem saída, um grupo de mulheres levou perfumes para um corpo morto. Este é o Deus da cruz, Deus absconditus: onde parece não estar, ali ele está maximamente. Aí deve estar a raiz da comunidade cristã nascida em Pentecostes.
As comunidades cristãs não só estão desafiadas pelo Evangelho a apresentar ações em saúde como alternativa a modelos ineficientes existentes. Elas são desafiadas a se formarem a partir da compreensão de que faz parte da natureza do ser cristã o envolvimento com o resgate de pessoas que se encontram em situação de fragilidade extrema.
[1] O autor é pastor da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil - IECLB, é Pastor Vice-Sinodal do Sínodo Vale do Taquari e atua como coordenador do Serviço de Formação Contínua deste Sínodo. Reside em Teutônia, Rio Grande do Sul.
[3] Em sua Tese de Doutorado “Diaconia e culto cristão: resgate de uma unidade essencial e suas conseqüências para a vida das comunidades cristãs” p.103-104. São Leopoldo, Escola Superior de Teologia. www3.est.edu.br/biblioteca/btd/rieff_m.htm - 8k
[4] Especialmente as informações de que Jesus retorna à sua região e que uma multidão se reúne para ouvi-lo.
[5] Conforme apontamentos feitos em palestra proferida por Rodolfo Gaede Neto no dia 1º de maio de 2008 em Teutônia-RS.
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